O termo se refere na ótica Cristã aos momentos de celebração do nascimento de Jesus Cristo, o Redentor e também as encenações e autos que reproduzem a histórica data. Caríssimos e atentos urbaNAUTAS no contexto deste ensaio usaremos duas observações sobre a sonoridade da palavra: sendo a primeira, “na atividade” no sentido de movimento e realizações; e na segunda “natividade” em sendo o sentimento de pertencimento e o sentido do comportamento nativo, usual de cada localidade.

A tradição das pequenas lapas, ou lapinhas, instituindo na representação em escala reduzida do evento do nascimento do Salvador, assistido por Santa Maria e São José e referendadas visitas de pastores, o trio dos Magos Reis (Belchior (ouro), Gaspar (incenso) e Baltazar (Mirra)) e os animais presentes à manjedoura. Esse despojamento e ambiência é ponto de partida para variadas reflexões.

Os presentes tem também sua simbologia para fixação das características: mirra é a pureza, incenso é a Fé, e ouro a sabedoria universal. O recém nascido é predestinado em missão das mais árduas e difíceis. Está ungido e transborda amor.

“Então, o verbo se fez carne” e a palavra torna-se de suma importância. Pois a palavra é o caminho, a verdade e a vida.

A tradição do ato de presentear, e a proximidade do ano novo trazem um encantamento que se repete a cada ano. As compras fazem aquecer o faturamento de logistas e afins e o ir e vir torna-se muito mais intenso. O Centro de Maceió, neste sábado, que passou 23/12, transformou a vida de muita gente. Impulsionado pelo clima que mostrou-se diferente, ora chuva, ora sol. Lembrando o dito casamento da Raposa com o Rouxinol.

Estive a deambular por entre passantes, becos, ruas, lojas e tendas, enquanto conferia minha pequena lista de favorecidos, observava o comportamento coletivo e os destacados indivíduos que marcaram com atitudes, gentilezas, graças e alegrias as minhas retinas deste dia.

Tudo foi sendo firmado como cores, sons, perfumes e variados gostos no trajar e transitar em enormes ruas peatonais, digo de pedestres sem o incômodo do automóvel. As pessoas fazendo o Centro que pude assistir. Ali e naquele instante, e no instante seguinte. Variadas composições de cenas de prováveis e possíveis filmes desligavam ante meus olhos. Gente, gosto de gente e gente tem gosto.

Chovia e parava. Garoava e trovejava. O sol abria, a chuva lançava pingos de muitos calibres: finíssimo, fino e médio. Molhava o suor das roupas que secavam rápido. Figuras que se apropriaram das indumentárias circenses também ofereciam seus produtos com leveza e graça dentre os passantes.

Graciosos críticos sociais fazendo percursos imitativos até o imitado descobrir e em guinada com ginga, malemolência e criativo senso aderir ao próximo em novo roteiro por meio das pessoas, despertando humores e arrancando sorrisos e gracejos. Acho tudo legitimado e bom.

E é o tempo dos sonhos e das fantasias, o imaginário se consorcia com o elementar. Até Noel sai às compras. É curiosa a observação da estampa de silhueta apregoada e o sujeito que se apresenta, sendo que a magia altera os critérios ou fornece mistérios. Nada encerra, nada guarda. Posto que transforma, transfere para todos.

Detalhes e pormenores não devem escapar ao ensaista, que claro, deve modificar também a altura de seu ponto de vista. A profusão de cores é ampla nessa festa. Há o dinamismo, bem como o estático vendedor de pintinhos de brinquedo.

Neste dezembro que se inicia a terminar trazendo com isso o ano novo que se aproxima, estamos caríssimos leitores, no festivo período das boas festas, das celebrações, dos encontros e aproximações. Um Natal com abençoada chuva neste período.

Dá gosto ver o movimento das pessoas nesta época do ano, envolvidas que estão pelo enlace de Deus, presente todo o ano, evidenciado mais fortemente pelo decantado “Espírito de Natal”. Rogo ao Altíssimo que o Espírito permaneça por todos os dias do vindouro 2024.

Para todos nós, operários do FAZER, trazemos a imagem de Mestre Edmílson, artista de rua desde que me entendi por gente. Mestre da gaita, do pandeiro e do ganzá. Para mim um acuradíssimo “Blues Man”. Compositor que já emplacou gravações. Estive com ele esses dias e quando a chuva iniciou a molhar, ouvi dela a pérola angular: “Agora vai refrescar.” Não arredou um milímetro de seu posto, de frente a igreja do Livramento. NOSSA SENHORA É NOSSA DEFESA!

Na altura que nos colocamos e nos conhecemos, agradecemos aos que fazem e lêem o Notícias do Centro, em busca de redesenhos e novos caminhos, desejamos um salutar e produtivo ano de 2024, com todos os benefícios possíveis alcançados pela humanidade: amor, paz, discernimento, produtividade, e a realização dos projetos e metas.
FELIZ ANO NOVO !!!
Maceió das Alagoas,
terça feira, 26 de dezembro de 2023
Fotos: RCF
Texto: RCF






























Respostas de 7
Publico aqui o comentário de Luis Castelo Branco, com meus agradecimentos, via whatsapp:
“Massa Bob. Linda postagem. Parabéns. Obrigado pela parceria. Estamos juntos. Feliz Natal. Forte abraço estendido à toda família.”
Querido Robertinho, adorei ver o centro nesse tempo de Natal e como coloquei na minha matéria, quer queiram ou quer não queiram é tudo por conta do Jesus menino que nos trouxe a luz e tudo que vem com ela: as cores! Feliz Natal! 😘
Querida Aída, obrigado pela gentileza de seu comentário.
Numa das reuniões de Natal na família, escutei de minha tia Helena: -” A celebração dessa noite é especial, pois celebramos o nascimento de uma criança, a criança que se tornou o Redentor de toda a humanidade!” Falou após a leitura do evangelho. Era uma criança e fiquei muito entusiasmado com tudo. Realmente devemos seguir nos espelhando nos atos e palavras de Jesus Cristo. A luz da humanidade, o caminho, a verdade e a vida!
Agradeço por ter usado sua matéria como inspiração e referência para esses escritos. Deus convosco sempre!
Que sempre lembremos do nascimento de Nosso Senhor Jesus Cristo, levado no ventre da virgem Maria, para glória e honra do Pai que está nos céus🙌🙌. Que com seu ministério, mostrou aos homens o que é agradável e aceitável ao Senhor. Ele que também é, e foi, e sempre será🙌🙌. Senhor dos senhores, Príncipe da paz. Na verdade nosso estimado colunista, aborda o tema na ótica humana, como de fato somos, mas vejo uma corrida desenfreada pelos bônus da época. Acalentar e reduzir o sofrimento do povo… sim, é necessário; embora não digo com tanto fervor… porque como vemos em Eclesiastes, “Melhor é ir à uma casa onde há luto, do que à uma casa onde há banquetes. Pois ali se verá o fim de tudo… assim considere isso o homem em seu coração.” Esse texto, escrito por Salomão, nos revela que a alegria passageira de datas tão importantes como a que nos reportamos, seja vivida em sua mais profunda essência. Louvado seja o Senhor, que nos sustenta em todos os instantes da nossa vida.🙌🙌
Obrigado pelo testemunho e pela aula de Fé esclarecida, Eduardo!
“Tudo podemos naquele que nos fortalece”!
Bençãos e Graças, meu amigo.🙏
Excelente e divertido texto.
Parabéns e feliz natal!
Obrigado pela atenção! Desculpa pela demora em respostar!
Feliz Ano Novo!!!!
Que bom que você se divertiu.
Beijocas