Em meio às buscas por vítimas do desabamento da ponte Juscelino Kubitschek de Oliveira, que liga os municípios de Aguiarnópolis (TO) e Estreito (MA), integrantes da Marinha do Brasil precisaram interromper as atividades nas áreas próximas ao local onde a estrutura cedeu. Isso ocorreu porque, na sexta-feira (27), a ponte voltou a se mover, o que colocaria os mergulhadores em risco. Por enquanto, a equipe vai atuar longe da base da estrutura, até que haja certeza de que os pilares não vão desabar.
O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) atua no local com equipamentos para verificar o movimento da estrutura que ficou intacta. Até o fechamento desta matéria, oito pessoas ainda estavam desaparecidas. De acordo com informações da Record Maranhão, em reportagem de Pita Júnior, foram confirmadas, até o momento, oito mortes. Outras duas pessoas foram localizadas, mas ainda permaneciam no local.
Na quinta-feira (26), a Força Aérea Brasileira (FAB) disponibilizou aproximadamente 12 toneladas de equipamentos para mergulhadores no município de Imperatriz (MA). A cidade é situada a 126 km de Estreito. O material é composto por câmara hiperbárica – utilizada para descompressão de mergulhadores – e compressor de ar – usado para destinar oxigênio a mergulhadores, por meio de uma mangueira.
Contaminação
Informações divulgadas em uma rede social do governador do Maranhão, Carlos Brandão, apontam que há pouco risco de contaminação, com ácido sulfúrico e defensivos agrícolas, provenientes dos tanques dos três caminhões que caíram no Rio Tocantins, após o rompimento da ponte. De acordo com o gestor estadual, a Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) emitiu um parecer técnico confirmando esse fato. Em entrevista à TV Mirante, o supervisor de Emergência Ambiental da Secretaria de Estado do Meio Ambiente (Sema), Caco Graça, afirmou que os tanques estão intactos, o que reduz as chances de contaminação das águas.
*Com informações da Agência Brasil 61





























