Com objetivo de fomentar o convívio adequado ao Centro, equipes das Secretarias Municipais de Meio Ambiente e Urbanismo (Semurb) e de Segurança Cidadã (Semcs), promoveram nesta quarta-feira (09), uma blitz, no calçadão do comércio, para coibir o uso inadequado do som, com decibéis superiores ao permitido. “foram todos avisados, já vimos aqui várias vezes, mas não adianta, tivemos que trazer o pessoal qualificado, para fazer a medição, para a gente autuar”. Disse Orlando, coordenador da Semurb.
Duas lojas foram autuadas. O decibelímetro marcou 82dB na primeira e na segunda 85,5dB. Foram feitos termos de apreensão e o material foi confiscado, caixas e mesas de som. Houve alguma resistência, mas a consciência de já terem sido avisados da proibição, permitiu a ação pacífica dos agentes da prefeitura. As blitz acontecerão com maior frequência, na intenção de normalizar e harmonizar o convívio no comércio.

Ficou claro, na gravação da reportagem, uma concorrência quase imperceptível, vinda de camelôs que ofereciam seus serviços e produtos, “empréstimo, empréstimo”, “olha a água, olha a água”, com a entonação da voz em quase grito, que certamente superam também os decibéis aceitáveis. De forma que, ao todo, no conjunto dos sons, urge um massacre aos ouvidos dos consumidores que por ali trafegam.
“O suportável, para a área, é de 65 Decibéis (dB). Foi dado um acréscimo de 10dB, permitindo 75dB, mas por um bom senso, da coordenadoria, se fixou o máximo de 80dB”. argumentou Rubem Calheiros, agente de fiscalização ambiental da Semurb, ressaltou sobre a licença ambiental, obrigatória para uso publicitário, e finalizou: “O que a gente encontar acima do padrão, a gente está recolhendo”.





























