Vai começar a temporada de cruzeiros do Porto de Maceió. De novembro de 2024 a abril de 2025, a cidade receberá 11 navios, que farão 30 paradas no litoral alagoano. A embarcação da linha Costa Pacífica chega a Maceió na segunda-feira (18). Cada uma dessas naus tem capacidade para transportar de 4 mil a 6 mil passageiros a bordo, podendo abarcar até 8 mil pessoas. Apesar do crescimento significativo em relação à temporada 2023/2024, que movimentou cerca de R$ 80 milhões na economia local, o número de embarcações e atracagens foi menor do que o esperado.
Em edital publicado pelo Porto de Maceió, em setembro deste ano, destinado ao credenciamento de expositores para a temporada de cruzeiros, a previsão era de 14 navios com 33 atracagens na cidade. A temporada 2023/2024 teve fluxo intenso de embarcações, em cinco meses de operação. Ao todo, 10 navios realizaram 28 paradas, movimentando mais de 100 mil passageiros no local.
Para a temporada 2024/2025, além dos 17 navios programados da linha MSC Grandiosa, a previsão é de que Maceió receba as linhas Costa Pacífica (2), Costa Diadema (2) Seven Seas Mariner (1), MSC Orchestra (2), Costa Deliziosa (1), Artania (1), Vile Vie Odissey (1), Volendam (1), MSC Seaview (1) e MSC Speldida (1).
Os setores de alimentação, passeios e comércio são os principais beneficiários com o aumento no fluxo turístico. O gasto médio estimado dos cruzeiristas deve girar em torno de R$ 606, por pessoa, de acordo com a Associação Brasileira de Cruzeiros Marítimos (Clia). Restaurantes, lojas de souvenir e artesanato, agências de passeios e ambulantes já estão se preparando para atender a essa demanda crescente de visitantes.
Para o secretário municipal de Turismo de Maceió, Eduardo Monteiro, a nova temporada vai fortalecer ainda mais Maceió como um dos principais destinos turísticos do país. “Os cruzeiros representam importante incremento na nossa economia. Cada cruzeirista que desembarca na cidade, mesmo que por um curto período de tempo, vem para desfrutar dos diferenciais que só Maceió oferece, como as belezas naturais, o artesanato, cultura, gastronomia e pontos criativos por toda a orla, e isso movimenta a nossa economia, gerando renda para a população”, disse.





























