Governos de 33 nações, em diferentes partes do mundo, recomendam a prevenção, que a população se mantenha abastecida, por razões diversas.
São kits emergenciais, com água potável (três litros por pessoa/dia); alimentos não perecíveis (enlatados, grãos, barras de cereal); medicamentos de uso contínuo; e kit de primeiros socorros, lanterna, rádio portátil a pilhas e carregadores portáteis, dinheiro em espécie e documentos importantes.
Alemanha recomenda reservas de alimentos e água potável para até 10 dias. Suécia e Noruega orientam por, aproximadamente, uma semana. Japão aconselha suprimentos de três dias a uma semana.
Reino Unido lançou a campanha “Be Ready”, orientando o kit para 72 horas. França, Canadá e Estados Unidos também orientam a manutenção de suprimentos básicos e água por três dias.
Áustria, Eslováquia e Singapura sugerem manter mantimentos básicos, em casa, por até duas semanas. Eslovênia possui uma das recomendações mais extensas, sugerindo estocagem de alimentos para até 30 dias, por adulto.
Mesmo diante das incertezas geopolíticas mundiais, até o momento, o governo do Brasil não se pronunciou oficialmente.
Os motivos também são variados. Contingências contra apagões, tempestades severas e potenciais falhas de infraestrutura. Aumento de enchentes severas e secas prolongadas, que reduzem os estoques reguladores de alimentos.Desastres naturais, como terremotos e tsunamis.Ataques cibernéticos contra redes elétricas, sistemas de abastecimento de água ou meios de pagamento eletrônico. Até mesmo uma guerra mundial.
Kit emergencial + completo:
- Água potável: cerca de três litros por pessoa, por dia, totalizando nove litros por pessoa, para o período de três dias, no padrão britânico; além de água para higiene.
- Alimentos não perecíveis: enlatados, sopas prontas, frutas secas, castanhas e itens que não necessitam de refrigeração ou cozimento complexo.
- Saúde e primeiros socorros: Medicamentos de uso contínuo, kit de curativos e itens de higiene básica.
- Comunicação e energia: Lanterna, pilhas extras, rádio portátil, com pilhas ou manivela, e carregadores de celular portáteis (power banks).
- Utilidades diversas: Dinheiro em espécie (para o caso de falhas em sistemas eletrônicos de pagamento), cobertores e cópias de documentos importantes.
- Necessidades específicas: Suprimentos adaptados para bebês, crianças, idosos, pessoas que dependem de tratamentos médicos ou animais de estimação.
O que está acontecendo no mundo
Ataques cibernéticos
Os últimos ataques cibernéticos envolvem sabotagem de infraestrutura física, roubo bilionário de criptomoedas e o uso intensivo de Inteligência Artificial (IA):
- Sabotagem a supermercados e bancos de Sangue na Europa (novembro de 2026);
- Maior roubo de criptomoedas da história, na Binance, no valor de R$ 34 bilhões (novembro de 2026);
- Aumento de ataques DDoS e phishing no Brasil. O país liderou como o principal alvo de ataques DDoS na América Latina, concentrando 487 mil, no total de 1,1 milhão de tentativas, no primeiro semestre de 2026;
- Crescimento de ransomware e phishing global (2026): Deepfakes e vishing representam uma das formas mais avançadas de engenharia social da atualidade, com uso de IA;
- Alerta da inteligência britânica sobre IA (novembro de 2026): O NCSC alertou que o uso de IA, por estados como China e Rússia, em ataques cibernéticos, deve se tornar rotina até 2028;
- Fala-se em apagões de energia e internet, em nível global.
Guerras em curso
Maior conflito militar em solo europeu, desde a Segunda Guerra Mundial, é a guerra Russo-Ucraniana, iniciada em 2014. Com forte apoio militar e financeiro da OTAN à Ucrânia, centrado no controle de territórios no leste e sul ucranianos, centenas de milhares de baixas militares e civis. A BBC estima, ao menos, 186.102 mortos.
O conflito no Oriente Médio (EUA, Israel e Irã), em torno da produção de bombas atômicas pelo Irã, expandiu-se com ataques de mísseis, bloqueios marítimos no Estreito de Ormuz e impactos em países vizinhos, como Líbano, Bahrein e Azerbaijão. Os confrontos e bombardeios deixaram mais de 5.000 mortos.
A guerra Israel-Hamas, iniciada com o ataque do Hamas, em outubro de 2023. A guerra em Gaza gerou uma grave catástrofe humanitária, envolvendo o Hezbollah no Líbano e os Houthis no Iêmen. Já deixou mais de 77.600 mortos.
Guerra Civil no Sudão: dezenas de milhares de mortes, milhões de deslocados e uma crise de fome generalizada. A maior crise humanitária do mundo. Números oficiais governamentais em torno de 20.000 a 60.000 mortos. Organizações internacionais e especialistas estimam (incluindo combates, fome e doenças), que possa ultrapassar 150.000 a mais de 400.000 pessoas.
No Congo, a guerra dos minerais, entre outros conflitos globais: o cenário inclui guerras e crises armadas, prolongadas em Mianmar, Nigéria, Somália, Síria, Burkina Fasso, Etiópia e tensões fronteiriças entre Paquistão e Afeganistão.Além de pressões geopolíticas na América do Sul e no Mar da China Meridional.
Guerrilhas e motins pelo mundo
Manifestações, com vandalismo, em diversos países europeus. França é o epicentro. Espanha, Itália, Alemanha, Portugal, Albânia, Bélgica, Sérvia, Chéquia, Áustria, Grécia, Países Baixos, Polônia, Suíça, Dinamarca e Luxemburgo tambémapresentaram disturbios, impulsionados pelo alto custo de vida, desigualdades sociais, falta de perspectivas entre os jovens e, principalmente, pela migração sem controle.
Ameaças híbridas e provocações russas a países membros da OTAN. Aliados monitoram incidentes como invasões de drones no espaço aéreo europeu, ciberataques e atos de sabotagem,atribuídos a Rússia, o que levou governos a reforçarem preparativos de defesa.
E a crise migratória, o fluxo contínuo de migrantes e refugiados, fugindos de conflitos na África e no Oriente Médio.
Nas Américas, a Bolívia vive uma severa onda de protestos e bloqueios de estradas, desde o primeiro semestre de 2026, por apoiadores de Evo Morales. Exigem a renúncia do presidente Rodrigo Paz.
No Equador, movimentos indígenas e sindicatos paralisaram 19 províncias. Os manifestantes protestaram contra as medidas econômicas do presidente Daniel Noboa.
Na Argentina, em Buenos Aires, milhares de argentinos partiram em direção ao Ministério da Economia, em protesto contra endividamento das famílias e à inflação.
Até nos Estados Unidos, o movimento antigoverno “No Kings” mobilizou milhões de manifestantes por mais de 100 municípios. Além do cenário geopolítico do país nos conflitos do exterior.
O Brasil vive uma extrema polarização política e imoderada instabilidade judicial, com presos políticos e imprensa militante, alta corrupção generalizada, endividamento público e de famílias, além das raízes do terrorismo urbano do CV e PCC.
O número de pessoas em situação de rua alcançou 392,4 mil (dados doCadÚnico, em maio de 2026); 57 milhões dependem do Bolsa Família (22 milhões, exclusivamente); 24,3 milhões recebem benefícios previdenciários.São cerca 100 milhões de brasileiros cadastrados no CadÚnico. O país tem 214,2 milhões de habitantes.
Armas modernas
- Armas biológicas e biotecnologia: “vírus” de engenharia genética e biologia sintética, versões clássicas e genéticas – modificação de DNA;
- Armas de energia direcionada (DEWs);
- Armas para destruir ou neutralizar: sistemas de laser de alta energia (HEL) e armas de micro-ondas de alta potência (HPM);
- Possíveis incidentes com catastróficas bombas atômicas; tsunamis e terremotos provocados, fabricados; invasão dos ETs e plenitude da Nova Ordem Mundial.




























